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Quando o teto deixa de ser limite e passa a ser linguagem
Durante muito tempo, o teto foi tratado como um elemento neutro quase invisível. Branco, sem expressão, apenas cumprindo seu papel técnico. Mas e se ele pudesse fazer parte da narrativa do espaço? Na Be Galeria, acreditamos que o design não está apenas nos elementos óbvios, mas principalmente nas decisões sutis. E pintar o teto na mesma cor das paredes é uma dessas escolhas que transformam a percepção do ambiente de forma silenciosa e extremamente poderosa. Continuidade visu

Aidan Noilles
2 min de leitura


A Casa que te conhece
Existe um momento, depois que a obra termina e as caixas já foram abertas, em que a pessoa para no meio de um cômodo e simplesmente respira. Não há nada de extraordinário acontecendo. A luz entra de um ângulo que ela não saberia descrever, o silêncio tem uma textura que não existia antes, e há uma sensação difícil de nomear de que aquele espaço estava esperando por ela. Quem já viveu isso sabe que não é coincidência. E quem ainda não viveu, talvez não saiba que é possível. O

Marilucia Dias
4 min de leitura


Marcas do processo: quando o acabamento deixa deesconder e passa a revelar
Na construção tradicional, o acabamento sempre teve como função esconder. Esconder imperfeições, corrigir desvios e padronizar superfícies. Porém, uma mudança importante vem acontecendo no design contemporâneo: o acabamento passa a revelar, e não ocultar. Materiais que mostram seu processo de formação e execução ganham protagonismo. Pedras naturais com veios aparentes, madeiras com marcas do tempo, cerâmicas com variações de queima e até superfícies com textura irregular pass

Gleice Gonçalves
2 min de leitura
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