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A Casa que te conhece
Existe um momento, depois que a obra termina e as caixas já foram abertas, em que a pessoa para no meio de um cômodo e simplesmente respira. Não há nada de extraordinário acontecendo. A luz entra de um ângulo que ela não saberia descrever, o silêncio tem uma textura que não existia antes, e há uma sensação difícil de nomear de que aquele espaço estava esperando por ela. Quem já viveu isso sabe que não é coincidência. E quem ainda não viveu, talvez não saiba que é possível. O

Marilucia Dias
4 min de leitura
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