Processo projetual no design gráfico e na arquitetura: decisões que antecedem a forma
- Luisa Sá

- 9 de jan.
- 1 min de leitura
No campo do design gráfico e da arquitetura, a forma é sempre consequência de uma sequência de decisões anteriores. Antes de qualquer definição estética, o projeto exige leitura de contexto, entendimento de objetivos, análise de uso e reconhecimento das limitações técnicas e espaciais. É nesse estágio inicial que se constrói a base de um projeto consistente.

Tanto no gráfico quanto na arquitetura, o processo projetual começa pela identificação de problemas reais. Quem é o usuário, como ele circula, como interpreta informações, como ocupa o espaço e de que forma interage com os sistemas visuais e espaciais são questões centrais. Ignorar essas variáveis resulta em soluções que podem ser visualmente impactantes, mas pouco funcionais ou sustentáveis.
No design gráfico, essas decisões se traduzem em sistemas visuais claros, hierarquias bem definidas, escolhas tipográficas coerentes e flexibilidade de aplicação. Na arquitetura, aparecem na organização do programa, na relação entre fluxos, na escolha de materiais e na forma como o espaço se adapta ao cotidiano. Em ambos os casos, o projeto se fortalece quando existe método e intenção desde o início.
Trabalhar com processo não significa engessar a criação, mas direcioná-la. Um projeto bem estruturado permite liberdade criativa com responsabilidade, evitando soluções arbitrárias e garantindo que cada decisão contribua para um resultado final coerente e durável.
Para marcas e projetos que buscam criar experiências com intenção, clareza e alinhamento espacial, a Be Galeria desenvolve ativações que traduzem arquitetura em narrativa. Entre em contato e descubra como fortalecer a presença da sua marca dentro e fora do espaço.



Comentários